De acordo com nota no jornal Correio, o deputado ACM Neto (DEM) em discurso no plenário da Câmara Federal, ontem (9), disse que o governador Jaques Wagner está desequilibrado. "Trago aqui a minha solidariedade aos prefeitos baianos que foram ofendidos pelo governador. Imaginem que o governador ultrapassou os limites do bom-senso e demonstrou uma completa falta de educação ao chamar os prefeitos, que têm mandato popular, de birutas de aeroporto". De acordo com ACM Neto, o governador Jaques Wagner, que gosta de falar em democracia, "é autoritário e tem dificuldade de lidar com as reivindicações". "Ele deveria ouvir as reivindicações e mudar o seu governo, já que a Bahia está paralisada, com índices alarmantes de violência, com a saúde e a educação em caos". ACM Neto disse que, com Wagner à frente do governo, a Bahia deixou de ser o estado catalisador de investimentos no Nordeste. "Hoje, a Bahia é o estado da tristeza, da angústia, da desesperança", afirmou. No final, mais críticas ao governador. "Os prefeitos e o povo não precisam temer porque o governador não é maior do que nosso estado”, afirmou.
QUER GRAVAR SUA MENSAGEM DE FIM DE ANO, A MENSAGEM DA SUA LOJA COM A VOZ GRAVE DA BAHIA. CONTATOS: EMAIL: PACHECO10LOCUTOR@GMAIL.COM OI (75) 88818631 VIVO (75)98656022 VOCÊ FALA COM PACHECO 10.
Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
0 Comentários