Bons amigos podem realmente fazer de você uma pessoa
mais saudável fisicamente falando, além de melhorar sua saúde mental,
de acordo com uma nova pesquisa da Universidade Concordia no Canadá. Ao
trabalhar com um grupo de 60 estudantes estrangeiros, que haviam
enfrentado uma mudança radical ao se mudarem para Montreal, o professor
de psicologia Jean-Philippe Gouin observou a saúde deles durante uma
pesquisa que durou cinco meses, e que foi publicada nos Annals of
Behavioral Medicine. O dr. Grouin teve acesso à
integração social deles através de um questionário que também avaliava
quão sozinhos eles se sentiam. Com sua equipe de
pesquisa, ele media as alterações do ritmo cardíaco dos participantes
com relação àquilo que se costuma chamar de taxa de variabilidade
cardíaca de alta frequência (HF-HRV, na sigla em inglês), e que é
conhecido na comunidade médica como um indicador de saúde do sistema
nervoso parassimpático. “Outra pesquisa mostrou
que indivíduos com uma taxa de variabilidade de frequência cardíaca mais
baixa têm maior probabilidade de desenvolver uma saúde ruim, o que
inclui maior risco de doenças cardíacas”, afirma o dr. Gouin, que ocupa
uma cadeira de pesquisa na área de estresse crônico e saúde. “Portanto,
diminuições na variabilidade da frequência cardíaca são algo ruim pra
você”. A variabilidade da frequência cardíaca
aumentou entre os imigrantes que fizeram amizades e expandiram suas
redes de contatos sociais, enquanto ela diminuiu para aqueles que
continuaram isolados. “Semanas e meses após
grandes mudanças, as pessoas normalmente acham que é difícil fazer novas
amizades e criar uma sólida rede de contatos sociais”, diz o dr. Gouin.
“Esse estudo mostra que um isolamento social prolongado pode ter um
efeito negativo na saúde física impactando no funcionamento do sistema
parassimpático”. O dr. Gouin afirma que sua
pesquisa se aplica não apenas para imigrantes e estudantes, mas também
para todas as pessoas cujas vidas passam por mudanças. “A
mensagem é clara: vá em busca de outras pessoas”, explica Gouin.
“Quanto mais rápido você conseguir se integrar socialmente em sua nova
casa, mais saudável você ficará. É mais fácil falar do que fazer, mas
vale a pena”. (MSN)
Ingredientes 200g de Bolacha 100g de Manteiga 300g Cream Cheese 3 Ovos (pequenos) 8 colheres de sopa Açúcar 200g Creme de Leite 3 Colheres (Sopa) de Farinha de Trigo 1 Colher (sopa) de essência de baunilha Geleia de sua preferência Modo de preparo: Comece untando bem uma forma redonda de fundo removível com +ou- de 20cm, forre o fundo com papel manteiga também untado para garantir que sua cheesecake não vai grudar no fundo da forma. Triture 200g de Bolacha até virar uma farinha bem fina, junte a manteiga gelada cortada em cubos e misture com as pontas dos dedos até conseguir uma farofa com aparência de areia molhada. Forre todo o fundo da forma com essa “farofa” e pressione com as costas de uma colher para que fique uma camada lisa e compacta. Leve para assar por 10 minutos em forno pré aquecido a 180°C. Em uma tigela misture o cream cheese, baunilha, creme ...
O Tabagismo custa à economia global mais de 1 trilhão de dólares por ano, em gastos com saúde e perda de produtividade, e matará um terço a mais de pessoas até 2030 do que agora, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos publicado nesta terça-feira (10). O custo estimado supera amplamente as receitas globais com os impostos sobre o fumo, que a OMS colocou em cerca de 269 bilhões de dólares em 2013-2014. "O número de mortes relacionadas ao tabaco deverá aumentar de cerca de 6 milhões de mortes para cerca de 8 milhões anualmente até 2030, sendo que mais de 80% delas vão ocorrer em países de baixa e média renda", disse o estudo. Cerca de 80% dos fumantes vivem nesses países, e embora a prevalência de tabagismo esteja caindo entre a população global, o número total de fumantes em todo o mundo está aumentan...
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que dez mil mortes são registradas diariamente em decorrência do consumo de cigarro em todo planeta. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de óbitos no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que convive com fumantes. Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como a capital brasileira com o menor índice de fumantes, onde 7% da população adulta declara fazer uso do cigarro. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é atribuído, além da conscientização da população, ao intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Programa de Controle ao Tabagismo (PMCT). "Somente no ano passado, aproximadamente mil pessoas participaram dos grupos de tabagismo nas nossas unidades de saúde. Nosso objetivo é não só ...
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