Os 108.831 estudantes baianos selecionados na primeira
chamada de 2015 do Programa Universidade para Todos (Prouni), do governo
federal, têm até o próximo dia 9 para comprovar as informações
apresentadas no ato da inscrição. Para isso, eles devem procurar a
instituição de ensino onde foram aprovados. Se a documentação estiver
correta, o aluno fará imediatamente a matrícula. A Bahia foi o terceiro
estado brasileiro com o maior número de inscritos, ficando atrás somente
de São Paulo (263.996) e Minas Gerais (201.857). De acordo com o
Ministério da Educação (MEC), a primeira edição de 2015 do Prouni teve
mais de 1,5 milhão de candidatos, 21% a mais do que o registrado no ano
passado, quando 1,2 milhão de estudantes disputaram as bolsas de estudo
do programa. Como cada um dos inscritos pôde fazer até duas opções de
curso, foram contabilizadas 2.944.672 inscrições. Nesse caso, a Bahia
também ocupa o terceiro lugar nacional, com 211.809 inscrições, também
atrás de São Paulo (503.443) e Minas Gerais (389.757). Este ano, as
mulheres foram maioria no Prouni, representando 58% do total de
inscritos. Jovens entre 18 e 24% foram 55% do total de candidatos. Os
que se autodeclararam pardos também foram maioria: 47,3% do total. Já o
curso com o maior número de candidatos em todo o país foi Administração
(303.845), seguido de Direito (252.391), Pedagogia (161.938) e
Engenharia Civil (140.305). No primeiro semestre de 2015, o Prouni
ofertou 213.113 bolsas de estudo, em 1.117 instituições privadas de
ensino superior, distribuídas em 30.549 cursos. Do total de bolsas no
país, 9.334 estão no estado da Bahia. *Correio
Aluna é proibida de frequentar aulas e fazer provas por colocar piercing
Uma estudante de 17 anos foi proibida de frequentar as aulas e fazer as provas finais após ter colocado um piercing no nariz. Nayara Faria dos Santos tem 17 anos e estuda no Colégio Progressivo, em Goiânia. Segundo a direção da escola, que é particular, a questão já estava prevista no regimento interno. O caso é analisado pelo Conselho Estadual de Educação. A jovem, que cursa o 3º ano do ensino médio, conta que na última segunda-feira (9) foi retirada da sala quando estava pronta para fazer os exames. “O diretor simplesmente falou assim: ‘Tira e faz a prova’, Com essas palavras. Falei que não podia tirar e ele disse para eu ir embora. Perguntei se iriam zerar minhas provas e ele disse que sim”, lembra. Pai de Nayara, o empresário Fernando Batista dos Santos, de 41 anos, disse ao G1 que foi ao colégio e tentou argumentar, mas não teve êxito. Ele afirmou ainda que a filha também foi proibida de entrar para assistir as aulas no dia seguinte. "A gente sabia que não podia ...

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