Chover no molhado e outras expressões de
repetições já não valem mais para analisar a situação vexatória que o
Vitória se encontra. Em um texto publicado há menos de um mês falei que a
política imposta pelo grupo que atualmente comanda o clube será comum, o
que aconteceu, novamente, contra o Ceará. A necessidade de um simples
triunfo, no Barradão, se tornou uma tarefa complicada para o
rubro-negro, que acumula feitos negativos incríveis nos últimos anos
contra times modestos como Colo Colo e Atlético-GO.A mística do santuário rubro-negro está desaparecendo, rapidamente. De novo: mesmo que o time reaja a partir de agora, consiga o acesso para a primeira divisão e faça bom papel na Copa do Brasil, isso não vai mudar, não quando os atletas que derem certo não forem valorizados, trocados por jogadores como Marcinho, Alemão e Rodrigo Defendi.
A vergonha do torcedor do Vitória só aumenta, ao ver o rival crescendo em ritmo acelerado. Finalista da Copa do Nordeste e do Baianão, o Bahia hoje não pode nem ser parâmetro para o rubro-negro, porque, ora bolas, é vexatório. Com a maioria do conselho do clube satisfeito com tudo o que vem acontecendo no Barradão, resta aos torcedores pedir a seus respectivos deuses que um milagre aconteça e o time não brigue para cair para a terceira divisão. O próximo mês, as próximas contratações e as próximas decisões dos dirigentes serão decisivos para determinar onde o time vai estar em 2016.
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