“Ele [Cunha] falou que vai trabalhar muito para que o partido possa se desvincular do governo. É claro que nós, do partido, reiteremos que uma decisão pessoal, e essas decisões são tomadas por instâncias partidárias”, disse Temer, que acrescentou que trata internamente da questão “singelamente, suavemente, com uma questão política e não de atrito pessoal.
Jogando água no fogo, não gasolina”. O responsável pela articulação política no Planalto também criticou a postura da oposição. “[A oposição deve se opor por uma questão de mérito, não simplesmente porque perdeu”, avaliou.

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