O Tribunal Superior Eleitoral declarou uma série de
dificuldades para implementar o voto impresso no país. Aprovada pelo
Congresso na minirreforma eleitoral, a impressão do voto foi vetada pela
presidente Dilma Rousseff em setembro. No entanto, na última
quarta-feira (18), o veto foi derrubado pelos congressistas, o que fez
com que o novo sistema seja usado nas eleições de 2018. Segundo
informações do G1, a área técnica to TSE detalha os gastos de R$ 1,8
bilhão previstos para a compra, manutenção e transporte das impressoras,
entre outros gastos. O secretário de Tecnologia da Informação do TSE,
Giuseppe Janino, considera o voto impresso "ineficiente", "ineficaz para
auditoria" e "prejudicial para o processo". Por outro lado,
especialistas ouvidos pelo G1 disseram que, apesar dos custos no
processo, consideram o atual sistema eletrônico "inauditável" e alegam
que obstáculos na implantação podem ser superados, principalmente pela
melhora nos procedimentos para organizar as eleições. (Notícias ao
Minuto)
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Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
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