Sorrir faz bem ao corpo, a mente e é uma reação
quase espontânea ao sorriso de outras pessoas. Falando em números, 30
milésimos de segundo é o tempo que o cérebro demora a ‘captar’ o sorriso
de outra pessoa e a devolvê-lo com uma expressão facial positiva. Esta
reação é inata, biológica. Diz a ciência que sorrir tem um forte
impacto na vida emocional, desencadeando uma redução de cortisol
(hormônio do estresse) e aumentando a produção de hormônios que
proporcionam o bem-estar e a alegria. Em 1980, um
estudo de Burk R. revelou que um simples sorriso é capaz de fazer uma
pessoa feliz, seja a que sorri ou a que é ‘presenteada’ com um sorriso.
Mas o contrário também acontece: o ar carrancudo de uma pessoa é capaz
de aumentar os níveis de tristeza de outra. A
estas conclusões, Buck R. deu o nome de ‘hipótese facial’, isto é, a
reação emocional à expressão facial de outra pessoa. E esta ‘hipótese
facial’ pode mesmo ser ‘contagiosa’. Diz ainda a ciência que sorrir faz com que uma pessoa seja mais feliz por conseguir reduzir a sensação de dor.
E até mesmo o sorriso amarelo pode ser uma lufada de ar fresco para as
pessoas: um sorriso forçado é capaz de reduzir o nível de estresse e de
aumentar a felicidade de uma pessoa. Reduzir a
pressão arterial, melhorar o sistema imunológico e reduzir os riscos de
doença crónicas são outros dos efeitos benéficos do sorriso, seja o seu
ou o de outra pessoa. (MSN)
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Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
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