Com uma frase bíblica, o senador resumiu, principalmente, os últimos momentos que passou dentro do PT: “combati o bom combate”. Pinheiro resolveu manter uma postura distante do governo federal nos últimos meses, já que não se sentia “ouvido” pelos “companheiros” do partido.
Em entrevistas à imprensa, desde o ano passado, o senador falava dos problemas do governo, das ações desconcertadas da presidente e o que o partido fazia de errado. Chegou a discursar, por diversas vezes, na tribuna do Senado contra o governo. Pinheiro já mostrava cansaço, indignação e enfim, hoje, resolveu deixar a sigla – mesmo dia em que o PMDB rompeu com o governo petista.
“Decido encerrar, depois de uma reflexão profunda, minha única filiação. Agradeço pelas coisas boas, pelo apoio, pelas amizades, por tudo que vivenciei na vida pública e tudo que foi possível construir. Vou continuar cumprindo, com todo empenho, a jornada que o povo da Bahia me confiou. Grato aos meus familiares, grato aos parceiros que constroem nosso mandato, grato aos amigos, aos companheiros, ao povo da Bahia e muito, muito mais grato a Deus que pela sua Graça tem me sustentado. Creio que, como diz o apóstolo Paulo, ‘combati o bom combate’. Permanecerei com o trabalho firme e mantendo minha Fé, Fé que é possível, Fé no Brasil e Fé na vida”.
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