02 de Mai
//
|
Notícias
Um ministro do STF disse numa roda de
conversa que se o impeachment da presidente Dilma Rousseff for aprovado,
a Corte decidirá pela saída do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da
presidência da Câmara. O
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu o afastamento de
Cunha em dezembro, mas os ministros estão protelando a decisão por
considerar que não há motivos para concordar com Janot. Ao mesmo tempo, se mantiverem Cunha, a leitura poderia ser a de que o estariam absolvendo. O cenário muda a partir da aprovação do impeachment. Nesse caso, Cunha estará próximo de se tornar o segundo na linha sucessória do país. E sendo réu acusado de corrupção pela Operação Lava Jato não poderia assumir a presidência da República na ausência de Michel Temer.
Já
Renan é investigado em cerca de uma dezena de inquéritos. Caso o STF
aceite alguma das denúncias contra ele, se transforma em réu –como
Eduardo Cunha. Segundo a publicação, ministros do STF têm ponderado que
Renan é, hoje, fator de estabilidade política, já que é considerado
experiente negociador no Congresso.
0 Comentários