Os homens brasileiros traem mais do que as mulheres, e os
soteropolitanos estão em primeiro lugar nessa lista, segundo dados da
pesquisa Mosaico 2.0, elaborada pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do
Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de
Medicina da USP. Entre homens e mulheres, 45,8% da população de Salvador
admitem infidelidade nos relacionamentos, o que torna a capital baiana
recordista. A média nacional de traição entre homens e mulheres é de
40,5%. "O baiano tem uma forma mais livre de pensar sobre esse aspecto,
mais descontraída. O clima da Bahia, a proximidade da praia e uma série
de outros elementos vão levar a um contato físico menos reprimido. Tudo
isso leva a uma maior valorização do sexo e também a uma maior liberdade
em termos de possibilidades de atividades sexuais", afirmou a
psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do ProSex, em entrevista ao site
G1. Em todo o Brasil, 50,5% dos homens admitem terem traído, contra
30,2% das mulheres. Foram entrevistadas, no estudo, 3 mil pessoas em
sete regiões metropolitanas do país: São Paulo, Salvador, Belo
Horizonte, Rio de Janeiro, Belém, Porto Alegre e Distrito Federal. São
Paulo é a capital com menor porcentagem de infiéis: 33,8%. Os
entrevistados para o estudo tinham entre 18 e 70 anos, com média de 35,5
anos. A faixa etária que mais admite traição tem entre 41 e 50 anos.
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Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
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