Bastante comum na mesa de quem está de dieta e
evitando açúcar, o adoçante de tempos em tempos vira foco de debates e
polêmicas sobre sua eficácia e possíveis efeitos colaterais a longo
prazo. E uma nova e abrangente pesquisa publicada pelo Canadian Medical
Association Journal traz dados bastante negativos sobre o produto,
mostrando que além de não ajudar a emagrecer, ele pode deixar sequelas
sérias. De acordo com o estudo realizado pela Universidade de Manitoba,
o uso prolongado de adoçantes como aspartame, sucralose e stevia pode
ter efeitos negativos sobre o metabolismo e apetite, além de prejudicar
as bactérias intestinais. O trabalho científico ainda apontou que não
há nenhuma evidência que mostre que o adoçante realmente ajude na perda
de peso. Após a revisão de 37 estudos que seguiram mais de 400 mil
pessoas por uma média de 10 anos, os estudiosos afirmaram que não foi
observado emagrecimento consistente em pessoas que consumiram adoçantes
artificiais. Os cientistas relatam que são necessárias mais pesquisa
para determinar os prós e contras do uso a longo prazo dos adoçantes e
chegam a sugerir que seu consumo, na verdade, pode ter efeito
estimulante sobre o apetite, além de possivelmente aumentarem os riscos
de obesidade, diabetes, hipertensão arterial e doenças cardíacas.
Salvador é a capital com menos número de fumantes no brasil
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que dez mil mortes são registradas diariamente em decorrência do consumo de cigarro em todo planeta. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de óbitos no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que convive com fumantes. Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como a capital brasileira com o menor índice de fumantes, onde 7% da população adulta declara fazer uso do cigarro. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é atribuído, além da conscientização da população, ao intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Programa de Controle ao Tabagismo (PMCT). "Somente no ano passado, aproximadamente mil pessoas participaram dos grupos de tabagismo nas nossas unidades de saúde. Nosso objetivo é não só ...
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