U m adolescente de 16 anos e um jovem de 20 foram
mortos na madrugada desta segunda-feira (19), durante um ataque a tiros
em uma festa "paredão", que era realizada dentro de uma fazenda da zona
rural de Barro Preto, da cidade do sul da Bahia. De acordo com a Polícia
Militar, além deles, outras seis pessoas também foram baleadas e
ficaram feridas. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Base
da cidade de Itabuna, também no sul do estado. Não há detalhes sobre o
estado de saúde delas. Conforme a polícia, o adolescente morto foi
identificado como André Luís de Oliveira Santos, e o jovem como Willian
Monteiro Malta da Silva. Os corpos das vítimas foram levados para o
Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna, onde serão
periciados. De acordo com a PM, cinco homens participaram do ataque. Os
suspeitos entraram na festa, atiraram em direção ao grupo e, em seguida,
fugiram. Ainda não há informações sobre a identidade dos homens e nem
sobre a motivação do crime. O caso está sob investigação da Polícia
Civil. (G1)
Aluna é proibida de frequentar aulas e fazer provas por colocar piercing
Uma estudante de 17 anos foi proibida de frequentar as aulas e fazer as provas finais após ter colocado um piercing no nariz. Nayara Faria dos Santos tem 17 anos e estuda no Colégio Progressivo, em Goiânia. Segundo a direção da escola, que é particular, a questão já estava prevista no regimento interno. O caso é analisado pelo Conselho Estadual de Educação. A jovem, que cursa o 3º ano do ensino médio, conta que na última segunda-feira (9) foi retirada da sala quando estava pronta para fazer os exames. “O diretor simplesmente falou assim: ‘Tira e faz a prova’, Com essas palavras. Falei que não podia tirar e ele disse para eu ir embora. Perguntei se iriam zerar minhas provas e ele disse que sim”, lembra. Pai de Nayara, o empresário Fernando Batista dos Santos, de 41 anos, disse ao G1 que foi ao colégio e tentou argumentar, mas não teve êxito. Ele afirmou ainda que a filha também foi proibida de entrar para assistir as aulas no dia seguinte. "A gente sabia que não podia ...
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