Foi dada a largada para a maior feira de artesanato a
céu aberto da América Latina. Com as bênçãos do Padre Edézio Ribeiro, a
prefeita Eunice Barreto ao lado de secretários municipais, vereadores e
a população em geral, abriu oficialmente a Feira dos Caxixis 2018, no
município de Nazaré, localizado no recôncavo baiano. O ato aconteceu na
noite desta última quinta-feira (29). A equipe do Portal Infosaj/TV
Recôncavo esteve presente na abertura do evento onde conversou com a
prefeita Eunice, com o vice-prefeito Ben-Wilson Junior e com o
secretário de Cultural Magary Brother que na oportunidade falaram da
realização de mais uma Feira de Caxixis no município.
“Essa é
uma festa que é voltada para a família baiana e nazarena, principalmente
para aquelas que virão aqui. Queremos fazer uma Feira de Caxixis com
paz assim como foi no ano passado. Estamos com um novo formato e aos
poucos vamos aperfeiçoando as coisas. Aqui hoje nós temos a farinha, o
oleiro e a cachaça. Tudo isso faz parte da nossa tradição aqui em
Nazaré. Estamos resgatando tudo que estava perdido ao longo do tempo. A
minha expectativa é de que venha muita gente de fora para prestigiar
essa festa que tem mais de 300 anos.”, disse a prefeita Eunice.
Aluna é proibida de frequentar aulas e fazer provas por colocar piercing
Uma estudante de 17 anos foi proibida de frequentar as aulas e fazer as provas finais após ter colocado um piercing no nariz. Nayara Faria dos Santos tem 17 anos e estuda no Colégio Progressivo, em Goiânia. Segundo a direção da escola, que é particular, a questão já estava prevista no regimento interno. O caso é analisado pelo Conselho Estadual de Educação. A jovem, que cursa o 3º ano do ensino médio, conta que na última segunda-feira (9) foi retirada da sala quando estava pronta para fazer os exames. “O diretor simplesmente falou assim: ‘Tira e faz a prova’, Com essas palavras. Falei que não podia tirar e ele disse para eu ir embora. Perguntei se iriam zerar minhas provas e ele disse que sim”, lembra. Pai de Nayara, o empresário Fernando Batista dos Santos, de 41 anos, disse ao G1 que foi ao colégio e tentou argumentar, mas não teve êxito. Ele afirmou ainda que a filha também foi proibida de entrar para assistir as aulas no dia seguinte. "A gente sabia que não podia ...
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