Que refrigerantes e sucos de caixinha são ricos em
açúcar não é novidade. Porém, o Ministério da Saúde pediu à Receita
Federal um aumento no imposto para taxar estas bebidas doces com o
objetivo de barrar o crescimento da obesidade no Brasil. De acordo com
informações do UOL, A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que
as bebidas fiquem 20% mais caras para desestimular seu consumo,
associado também a outras doenças como diabetes, câncer e problemas
cardiovasculares e dentários - ou seja, se uma lata custar R$ 4, ela
passaria a custar R$ 4,80. Esse aumento poderia ser compensado com
subsídios para compra de frutas e vegetais, reduzindo o custo destes
alimentos entre 10% e 30% com o intuito de aumentar o consumo de
produtos naturais em detrimento daqueles industrializados. “A diminuição
do consumo de bebidas açucaradas significa uma menor ingestão de
‘açúcares livres’ e calorias no geral, uma melhor nutrição e menos
pessoas sofrendo com sobrepeso, obesidade, diabetes e cárie dentária”,
divulgou a OMS em nota. O estudo indica ainda que alguns grupos de
pessoas responderiam melhor às mudanças de preços nos produtos e
estariam mais dispostos a adequar sua alimentação. Entre eles estão
pessoas com baixo rendimento, jovens e aqueles que consomem alimentos e
bebidas pouco saudáveis com frequência. A Coca-Cola, maior fabricante do
país, é contra qualquer tipo de aumento de tributos e defende outras
medidas para a redução da obesidade. Para a Abir (Associação Brasileira
das Indústrias de Refrigerantes), que representa os grandes produtores,
"imposto não fabrica saúde". A Afrebras (Associação dos Fabricantes de
Refrigerantes do Brasil) é a favor da elevação dos tributos desde que o
aumento seja igual para todos, inclusive os que não recebem incentivos
fiscais regionais. Vale lembrar que a obesidade é causada por múltiplos
fatores, inclusive genéticos, e que ser gordo não é sinônimo de estar
doente. A pessoa acima do peso "padrão" pode apresentar regularidade em
todas as taxas do organismo. (BN
Petrobras reajusta gás de botijão em 6,7% nas refinarias com nova política de preços
A Petrobras divulgou hoje (7/6), no Rio de Janeiro, a nova política de preços para o Gás Liquefeito de Petróleo comercializado em botijões de 13 quilos (GLP-P13), conhecido como gás de cozinha. Era o único produto da empresa para o qual ainda não havia sido definida fórmula de cálculo. Isso implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês. O preço nas refinarias será calculado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu, convertida em reais pela média diária das cotações da venda do dólar, acrescida de uma margem fixa de 5%. A vigência dos preços será aplicada a partir do dia 5 de cada mês, com início previsto para este mês de junho, quando o reajuste será aplicado, excepcionalmente, a partir do dia 8. De acordo com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a política, aprovada ontem pela diretoria executiva da estatal, segue a resolução...
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