Quando
esteve na escola, nos anos 1990, Josiah Chua, hoje com 31 anos, diz que
“todo mundo” tinha um Tamagotchi – o nome oficial do “bichinho virtual”
japonês que virou febre entre crianças do mundo todo. “Acho que era
inclusive proibido levá-lo para a escola. A gente tentava
‘contrabandear’ o brinquedo na mochila”, diz o estilista de Cingapura.
Essas memórias de Josiah provavelmente são típicas entre os millenials –
pessoas de sua geração. O brinquedo tinha um formato redondinho e uma
tela pixelada, e o dono precisava manter um animalzinho virtual vivo com
constante cuidado e atenção. Ele se tornou uma febre no mundo todo logo
depois de seu lançamento, em 1996. E agora ele está voltando, na onda
do retorno de brinquedos clássicos dos anos 1990. A fábrica japonesa
Bandai relançou o Tamagotchi no Japão em 2017 e neste ano, em julho, ele
será relançado também na América do Norte. Ainda não há previsão de
lançamento do brinquedo no Brasil. (R7)
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Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
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