dOs
resultados mostraram que a ingestão suficiente de vitaminas A e K, além
de magnésio, zinco e cobre, esteve relacionada com menores riscos de
morte, mas somente quando absorvidos pelo corpo por meio de uma dieta
equilibrada. Além disso, pacientes que suplementaram exageradamente
cálcio estavam mais propensos ao risco de morte por câncer em 53%. Não
aconteceu a mesma coisa quando o excesso de cálcio veio do cardápio
dessas pessoas. bOutra questão interessante foi que quem usou vitamina
D sem necessidade também tinha maior risco de morte durante o
experimento.
Suplementos na medida certa são importantes
Contudo,
nem pensar em abandonar a suplementação prescrita pelo médico por conta
própria, viu? Quando há a deficiência de algum nutriente mesmo com
adoção de um estilo de vida saudável, é preciso lançar mão das cápsulas
sim. “Esses produtos servem para complementar aquilo que, por algum
motivo, não está sendo alcançado com a alimentação. Isso pode acontecer
por uma uma absorção deficiente do organismo ou uma demanda aumentada,
como no caso atletas que não conseguem repor tudo que precisam por meio
da comida”, explica o médico endocrinologista Francisco Tostes, membro
da SBEM e sócio-diretor da clínica Nutrindo Ideias, do Rio de Janeiro e
São Paulo. bSegundo o médico, pacientes com gastrite, idosos e quem
passou pela cirurgia bariátrica podem desenvolver algumas mudanças no
ácido digestivo que dificultam a absorção de substâncias benéficas ao
corpo, e geralmente precisam de uma forcinha extra. “Além disso,
mulheres com fluxo menstrual mais intenso podem ter perdas maiores de
ferro, enquanto veganos e vegetarianos uma deficiência de vitamina B12.
Já portadores de doenças renais e hepáticas podem apresentar problemas
com a vitamina K, e alcoolistas com o ácido fólico”, complementa
Francisco.
Mas, então, por que os alimentos continuam sendo as melhores fontes?
“O
processo de mastigação estimula a liberação de outras enzimas
necessárias para a digestão e absorção eficientes. Alguns alimentos
também são ricos em fibras e quase nunca contém somente um nutriente”,
afirma a nutróloga Nívea Bordin Chacur, da Clínica Leger, em São Paulo.
Em uma cenoura, por exemplo, encontramos 300 carotenoides diferentes, o
que é impossível obter em uma única cápsula. E se abandonar os
suplementos sem o aval médico não é recomendado, começar a tomá-los sem
necessidade traz consequências ainda piores. “Acaba alterando o
funcionamento das vias metabólicas. O paciente pode apresentar
taquicardia, cálculos renais, aumento de peso e queda de cabelo”,
explica Nívea Chacur. Sem contar que quando há excesso de um, pode haver
falta de outro, “Um exemplo é o do cobre e zinco, que são absorvidos
pelo mesmo local do intestino. Quando há zinco demais, o cobre não
consegue ser absorvido”, diz Francisco Tostes. (Boa Forma)
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É normal a criança com até um ano morder outras crianças, pessoas, a si própria e o mundo ao seu redor. Ela explora tudo e a todos utilizando-se principalmente da boca, sua primeira via de acesso ao mundo, a começar pelo peito da mãe. E aos poucos ela vai aprendendo de si e do mundo afinal, a criança não nasce com a noção de que ela é ela, de que nós somos a mãe ou o pai, que o cachorro é um cachorro ou que o sofá é um móvel para sentar. Isto e muito mais ela terá que aprender e assim fará mediante a sua interação com o meio, do qual fazemos parte. E a boca, a princípio, a ajudará muito nesta empreitada. Assim, a criança pequena vai começar a ter noção de si, do outro e do que está ao redor a partir das experiências. Imagine que tudo está misturado ao nascer, um amálgama completo, e a criança terá que definir naquela massa, o que é cada coisa e cada um,...
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