A Bahia está entre os estados em que se precisa trabalhar mais dias
para pagar um enterro, de acordo com um levantamento divulgado nesta
semana. O estudo mostra que o brasileiro deve trabalhar, em média, 39
dias para arcar com os custos de um enterro completo. A depender do
rendimento médio no estado, a quantidade de dias varia.
Na Bahia, os dados apontam ser necessário trabalhar 54 dias
para custear as despesas. A Bahia está atrás apenas do Maranhão (64
dias), Alagoas (56) e Piauí (55). O Distrito Federal foi apontado como a
localidade em que se trabalha menos para pagar o enterro: 19 dias.
Dados da Associação Brasileira de Empresas Funerárias e Administraras
de Planos Funerários (Abredif) indicam que o custo médio de um enterro
no Brasil é de R$ 2,5 mil. A entidade também apontou o custo médio de
vários componentes de um enterro: caixão (28%) R$ 894,54; transporte
(28%) R$ 898,45; velório (15%) R$ 472,46; sepultamento (14%) R$ 433,42;
decorações (12%) R$ 369,54; outros (3%) R$ 106,96. (Bahia Notícias)
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Mensagem do Ex-prefeito de São Felipe, Rozálio Souza da Hora, após sua renúncia do executivo municipal. Meus Conterrâneos, Ao longo de mais de 50 anos de vida pública e, durante todo esse período, nunca neguei esforços para a realização do bem comum dos meus conterrâneos. Após a decisão pessoal de encerrar a vida pública, sinto-me na obrigação de agradecer aos eleitores a confiança, por meio do voto, e prestar contas dos vários feitos históricos que marcaram minha atuação política. Fui prefeito de São Felipe entre 1971 a 1972, como também de 2000 a 2008. Em 2016 disputei as eleições ao lado do vice-prefeito Antonio Jorge (Choquinha) , prefeito empossado; fomos eleitos com 56,93% dos votos, alcançando expressivos 7.896 votos. Como já disse em outras oportunidades, nunca gostei de política, mas o fato de ver os menos favorecidos de minha amada cidade sofrendo por falta de compromisso de nossos representantes Federal e Estadual, resolvi entrar na vida pública, ...
Foto: Agência Brasil No dia Dia Mundial contra o tráfico de pessoas, comemorado nesta segunda-feira (30), a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta para que os países reforcem as formas de combater esse tipo de crime. O relatório divulgado pela entidade, aponta que quase um terço das vítimas são crianças. De acordo com os dados, cerca de 71% das pessoas traficadas são meninas e mulheres. A ONU ainda lança o tema “Respondendo o tráfico de crianças e jovens”. O Relatório da Organização Internacional do trabalho (OIT) revelou que o mundo tenha pelo menos 21 milhões de vítimas de trabalho forçado. A relatora especial da ONU sobre tráfico de pessoas, Maria Grazia Giammarinaro, comunicou que muitas pessoas são enganadas e atraídas por criminosos e traficantes, além de imigrantes, refugiados e pedidos de asilo, em busca de proteção ou de melhorias de vida. A italiana ainda ressaltou que os países devem evitar o tráfico, classificado como violação dos di...
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