Oito crianças e adolescentes foram retirados da produção de farinha
de mandioca no município de Crisópolis, na Bahia, em uma operação de
fiscalização do governo federal, neste final de semana.
A ação contou com a participação de auditores fiscais do
trabalho do Ministério da Economia, um procurador do Ministério Público
do Trabalho, um representante da Defensoria Pública da União e agentes
da Polícia Rodoviária Federal.
Na cidade baiana, quatro casas de farinha foram inspecionadas e, em
duas delas, foram encontrados quatro crianças e adolescentes em cada
uma. A mais nova tinha sete anos e o mais velho, 17.
Uma menina de 11 anos tentava alternar o dever de casa com a raspagem
da mandioca. Ela sonha em ser veterinária, segundo reportagem do UOL.
A lei proíbe quem tem menos de 18 anos de atuar nessa atividade, que
está relacionada na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista
TIP), de acordo com o decreto 6.481/2008.
As duas casas foram notificadas, mas as crianças e adolescentes ainda
não tiveram as contas acertadas. Segundo os empregadores, ainda não há
dinheiro em caixa para pagá-las.
(Bahia.Ba)
QUER GRAVAR SUA MENSAGEM DE FIM DE ANO, A MENSAGEM DA SUA LOJA COM A VOZ GRAVE DA BAHIA. CONTATOS: EMAIL: PACHECO10LOCUTOR@GMAIL.COM OI (75) 88818631 VIVO (75)98656022 VOCÊ FALA COM PACHECO 10.
Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
0 Comentários