A perda do olfato ou do paladar, conhecida como anosmia, foi
reconhecida como um dos principais sintomas da presença do vírus em
muitos pacientes, mas um novo estudo descobriu que nem sempre voltam.
Cerca de 10% das pessoas que perderam o olfato e o paladar devido ao
novo coronavírus nunca os recuperaram, diz um novo estudo publicado na
revista JAMA Otolaryngology – Head and Neck Surgery.
Segundo a BBC, a pesquisa italiana descobriu que 49% dos pacientes
recuperaram totalmente o olfato ou o paladar e 40% melhoraram, mas o
restante relatou que os sintomas permaneceram os mesmos ou pioraram.
Para chegar a esta conclusão, a equipe estudou 187 italianos que
estavam infectados, mas não estavam doentes o suficiente para serem
hospitalizados. Eles foram convidados a avaliar o olfato ou o paladar
logo após serem diagnosticados e um mês depois.
Do total de 113 que relataram uma mudança no olfato e/ou paladar, 55
disseram ter recuperado completamente, 46 relataram melhorias nos
sintomas e 12 disseram que os seus sintomas estavam inalterados ou
piores. Aqueles que relataram sintomas graves disseram ter levado mais
tempo para melhorar.
A professora Claire Hopkins, uma das investigadores, disse que a sua
equipe se encontra fazendo mais pesquisas sobre pessoas com sintomas
duradouros. “Os dados de outras doenças virais, e alguns dos novos dados
que estamos recolhendo, sugerem que a grande maioria das pessoas ficará
melhor, mas para alguns a recuperação será lenta”, disse a professora à
BBC.
“Para as pessoas que recuperam mais rapidamente, é provável que o
vírus tenha afetado apenas as células que revestem o nariz”, argumenta.
“Para pessoas que recuperam mais lentamente, pode ser que o vírus também
tenha afetado os nervos envolvidos no cheiro. Pode levar mais tempo
para que essas células nervosas se reparem e se regenerem”, acrescenta.
(Notícias ao Minuto)
Petrobras reajusta gás de botijão em 6,7% nas refinarias com nova política de preços
A Petrobras divulgou hoje (7/6), no Rio de Janeiro, a nova política de preços para o Gás Liquefeito de Petróleo comercializado em botijões de 13 quilos (GLP-P13), conhecido como gás de cozinha. Era o único produto da empresa para o qual ainda não havia sido definida fórmula de cálculo. Isso implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês. O preço nas refinarias será calculado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu, convertida em reais pela média diária das cotações da venda do dólar, acrescida de uma margem fixa de 5%. A vigência dos preços será aplicada a partir do dia 5 de cada mês, com início previsto para este mês de junho, quando o reajuste será aplicado, excepcionalmente, a partir do dia 8. De acordo com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a política, aprovada ontem pela diretoria executiva da estatal, segue a resolução...

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