
“Quem sabe eu não resisto na última hora”, insinuou, defendendo que seja um ato pacífico: “As pessoas que tiverem com esse sentimento [de indignação], com esse nó na garganta, devem ir sim para as ruas. Vão em paz”.
Ele também convocou os que estão “com um nó na garganta”, citando o sentimento de cansaço e os escândalos de corrupção.
Em Salvador, o protesto deve reunir pelo menos centenas de pessoas e a concentração será à tarde, na Barra.
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