Agora
eu ligo para ele e ele não me responde”, lamentou Otto, que também é
presidente estadual do PSD. Por conta da insatisfação, o senador ainda
comentou sobre a possibilidade de uma desfiliação de Sanches. “O meu
partido tem como norma liberar qualquer um que queira sair”, esclareceu,
pouco antes de lamentar a falta de contato com o aliado político. “O
estranho é que ele sempre se disse meu amigo. Eu trato ele como colega,
foi muito importante na formação do partido, é até uma descortesia
comigo, eu cumpri os compromissos com ele. Santaluz, Nordestina,
Barrocas, Barra do Choça... Eu dei votos pra ele, através de pessoas
ligadas a mim.Eu quem passei os votos para ele”, afirmou Otto. Apesar de já ter afirmado anteriormente que “que quem bate nunca se lembra e quem apanha nunca esquece”, o senador deixou claro que, apesar da “descortesia”, Sanches ainda é pré-candidato do PSD à prefeitura de Salvador em 2016 e que irá auxiliá-lo no que for necessário.
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