18 de Out
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Algumas
decisões judiciais têm obrigado a União a fornecer o canabidiol (CBD),
substância derivada da maconha, a doentes com diversos tipos de
síndromes convulsivas. O produto é importado e ainda não há registro na
Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas a agência sido obrigada a
autorizar o uso em casos graves, quando foram esgotadas terapias.Diversos estudos clínicos demonstrando benefícios em casos de síndromes epiléticas. Outros mais recentes mostram que ela também funciona na doença de Parkinson, esquizofrenia e transtorno de ansiedade – e este é o argumento utilizado por juízes e desembargadores para aprovarem o uso do remédio. Neste ano, o Ministério da Saúde gastou R$ 462,3 mil com importações de canabidiol para cumprir 11 mandados de segurança que beneficiaram 13 pessoas – o que dá quase R$ 36 mil por pessoa. Em anos anteriores, não houve ações nesse sentido. De acordo com a Folha de São Paulo, há outras 52 ações com o mesmo teor, obrigando Estados e municípios a arcarem com os custos da importação do canabidiol.
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