Um transplante de células tronco no pênis pode
solucionar problemas de ereção enfrentados por homens que tiveram câncer
de próstata recentemente. É o que defende um estudo publicado nesta
quinta-feira (28) na revista European Urology. A impotência sexual é uma
sequela comum da remoção cirúrgica do câncer de próstata. "Doze
pacientes que sofriam de disfunção erétil grave após o câncer de
próstata receberam um transplante de células-tronco no pênis. Depois de
seis meses, os pacientes perceberam melhorias significativas na relação
sexual, ereção, rigidez peniana e qualidade do orgasmo", resume o
Instituto Nacional Francês de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) em
comunicado. De acordo com reportagem da agência de notícias francesa
AFP, as células extraídas da medula óssea contêm células tronco capazes
de transformar-se de forma espontânea em células da mesma natureza que
as danificadas no pênis. Ao menos dois pacientes descreveram por outro
lado "uma reaparição de ereções normais, como antes da prostatectomia
radical, sem tomar medicamentos", segundo o Inserm. Ainda segundo a
reportagem, se os resultados do estudo se confirmarem, o método poderá
ser ampliado para outros tipos de problemas de ereção menos graves
resultantes de doenças sistêmicas como diabetes ou outras doenças
vasculares.
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Foto : Arquivo/ Agência Brasil O mercado de trabalho brasileiro não absorve todos os graduados em ensino superior com trabalhos adequados às suas qualificações. De acordo com o G1, levantamento da consultoria iDados, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, aponta que quase quatro milhões de brasileiros que cursaram faculdade não encontram uma profissão que exija conclusão do Ensino Superior. A taxa de desemprego é de 6% entre a população com ensino superior completo. Hoje o país tem 18,3 milhões de pessoas que terminaram a faculdade para 14,5 milhões de ocupações com exigência de curso de Ensino Superior. O número de trabalhadores com faculdade supera a quantidade de vagas disponíveis desde o primeiro trimestre de 2014, nos primeiros sinais da crise econômica. Ao longo dos últimos anos, com o período recessivo e lenta retomada da economia, esse divergência só aumento...
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