Coloque
as batatas para cozinhar. Quando cozidas, amasse-as em um refratário e
refogue na margarina até desgrudar da panela. Reserve. Em outra panela,
doure a cebola no azeite, coloque o tomate e mexa até ficar uma pasta.
Não coloque água, o camarão produz água quando fervido. Despeje o
camarão e o molho de tomate. Coloque sal a gosto. Deixe ferver. Desligue
o fogo e coloque o creme de leite sem soro. Em uma travessa média,
espalhe a batata como se estivesse fazendo um empadão. Reserve um pouco
para o final. Despeje um pouco do molho do camarão, em seguida espalhe o
catupiry e, então, despeje o restante do camarão. Coloque a mussarela
por cima e, em seguida, cubra com o restante da batata que estava
reservada. Leve ao forno a 180ºC por 20 minutos ou até que o
escondidinho fique dourado.
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A consulta pública sobre o polêmico projeto de lei que institui o programa Escola sem Partido entre as diretrizes e bases da educação completou um mês nessa quinta-feira (18). Até a manhã de hoje (19), a votação já tinha ultrapassado 373 mil participações, sendo 192.256 votos contrários e 180.943 a favor. Em apenas quatro dias de debate, a consulta sobre a proposta-- que defende a "neutralidade do ensino" por meio da proibição de suposta "doutrinação ideológica" nas escolas-- já havia batido o recorde de participações, se tornando a maior da história portal do Senado Federal. No início, os votos contrários chegaram a tomar a liderança. A segunda proposta com mais participação no site, com 191.532 manifestações, é a do projeto que propõe a reformulação da lei do Ato Médico. A inspiração para o projeto de lei sobre o Escola sem Partido no Senado – a qual...
Foto: Reprodução As próximas eleições podem ser marcadas por uma resposta de evangélicos e seguidores de outras religiões a prefeitos que vêm dificultando a reabertura de templos. Um cientista político acredita que as urnas poderão evidenciar aos candidatos como o comportamento ao longo da pandemia foi percebido pela população. A suspensão dos cultos presenciais durante os primeiros meses da pandemia do novo coronavírus foi compreendida pelos fiéis e líderes evangélicos como uma contribuição necessária, mas agora, diante do processo de retomada das atividades econômicas, alguns prefeitos ainda resistem a liberar a reabertura dos templos. O Jornal da Record ouviu o cientista político Pedro Costa, sobre o tema: “Nessas eleições, 2020, o recado vai ser dado nas urnas. Os prefeitos que se colocam contra à reabertura desses templos, e que eventualmente se colocaram a favor à reabertura de outros espaços, análogos, semelhantes, certamente vão ser punidos por essas comunidades de f...
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