Quase metade dos estudantes que entraram no ensino
superior em 2010 desistiu do curso escolhido. Os dados fazem parte de um
levantamento do Ministério da Educação que acompanhou a trajetória de
estudantes das redes pública e privada ao longo de quatro anos. Foram
monitorados os alunos que permaneceram no mesmo curso de ingresso entre
os anos de 2010 e 2014. De acordo com a Agência Brasil, a taxa de
desistência dos estudantes em 2014 foi de 49% e a de conclusão, 29,7%.
Cerca de 21% dos estudantes que entraram em 2010 permaneciam nas
universidades em 2014. Segundo o levantamento, as taxas de desistência
de curso crescem ao longo dos anos de estudo. No primeiro ano do curso
(2010), 11,4% dos matriculados desistiram. No ano seguinte (2011), o
percentual subiu para 27,1%. Em 2012 foi de 36% e no penúltimo ano
(2013) chegou a 43%. Os dados fazem parte do Censo da Educação Superior
2015. Esta é a primeira vez que o Ministério da Educação divulga
informações relativas à trajetória dos estudantes. Na avaliação do
secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Paulo Barone,
a desistência elevada na educação superior pode ser motivada pela
oferta de curso com modelos ultrapassados e também pela falta de
flexibilidade para que os estudantes mudem de curso dentro das
instituições. “Está claro que existe um desajuste entre a oferta de
educação superior no Brasil e o interesse dos estudantes, tendo em vista
que os indicadores de evasão e de abandono de curso e todos os outros
que indicam a não conclusão dos programas originalmente cursados são
muito evidentes”, disse Barone. “Possivelmente, isso tem relação com
modelos de cursos que são ultrapassados, desenhados essencialmente para
um país que não existe, num mundo que não existe mais há muito tempo”,
completou durante coletiva para divulgar os dados do Censo. A
desistência é um pouco maior na rede privada. Enquanto nas universidades
particulares a taxa é de 52,7% ao final dos quatro anos, na pública é
de 42,6%. Dos estudantes que foram monitorados nas instituições privadas
entre 2010 e 2014, 31,3% concluíram o curso ao final desse período. Na
pública, foram 22,5%. Na análise de cursos das redes públicas e privadas
que têm maior número de estudantes matriculados, direito teve taxa de
desistência de 48,1%, pedagogia de 39,6% e as engenharias de 56,4%. (BN)
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