Após um vídeo do estupro coletivo ter sido compartilhado pelo WhatsApp, uma indiana, de 40 anos, cometeu suicídio. A morte ocorreu em janeiro deste ano, mas a jornalista da BBC Divya Arya foi ao Estado de Uttar Pradesh para conhecer a fundo o perfil e a história desta mulher. Seu trabalho, como profissional de saúde pública, era o que sustentava a família. Inclusive seu marido, que sofria de alcoolismo. Muitas vezes, seu emprego exigia que caminhasse por vilas a noite, sozinha, e que entrasse na casa de estranhos. No final do ano passado, um morador de um vilarejo próximo a viu realizando o parto da mulher do irmão dele. Em seguida, as perseguições e ameaças começaram. Uma amiga dela contou que o homem um dia a parou na rua, tomou seu celular e disse: "Se eu encontrar você sozinha, não vou te deixar ir." Dias depois, a vítima contou a esta amiga que o mesmo homem e três amigos haviam lhe perseguido, segurado, e depois rasgaram suas roupas e a estupraram. Segundo a amiga, a vítima ainda não planejava se matar e pensava, inclusive, em entregá-los para a polícia. "Vou delatá-los. Vou descobrir os nomes dos homens que abusaram de mim e colocá-los na cadeia." O problema é que antes disso acontecer, um vídeo mostrando o estupro coletivo começou a circular no WhatsApp. As pessoas da sua vizinhança rapidamente começaram a comentar. Em uma ligação, ela disse "que estava difícil de sair de casa porque os vizinhos estavam sabendo (do estupro)". Ela completa dizendo que a vítima estava muito triste. "Não estava nem se alimentando direito. Um dia antes de morrer, me disse que tinha ido ao médico e havia contado tudo a ele." Segundo o Uol, ele deu a seguinte resposta: "Vá para casa e fique quieta. Tudo isso é culpa sua". O ex-chefe de seu vilarejo também a responsabilizou pelo estupro.. Na tarde seguinte, a vítima foi encontrada à beira de uma estrada na periferia da vila. A indiana faleceu antes mesmo de ser levada ao hospital. Conforme a autópsia, ela morreu por envenenamento.
Salvador é a capital com menos número de fumantes no brasil
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que dez mil mortes são registradas diariamente em decorrência do consumo de cigarro em todo planeta. O estudo indica ainda que o tabaco é a principal causa de óbitos no mundo, seguida pelo álcool e pela inalação indireta do fumo, ou seja, que atinge aquele indivíduo que convive com fumantes. Apesar dos números alarmantes, o Ministério da Saúde destaca Salvador como a capital brasileira com o menor índice de fumantes, onde 7% da população adulta declara fazer uso do cigarro. O baixo consumo de tabaco na capital baiana é atribuído, além da conscientização da população, ao intenso trabalho realizado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Programa de Controle ao Tabagismo (PMCT). "Somente no ano passado, aproximadamente mil pessoas participaram dos grupos de tabagismo nas nossas unidades de saúde. Nosso objetivo é não só ...

0 Comentários