Após missa do Domingo Páscoa (12) transmitida pela internet, um padre
do bairro do Acupe de Brotas, em Salvador, foi de porta em porta levar a
comunhão às casas dos fiéis.
Por causa do coronavírus, as missas presenciais estão suspensas na
capital baiana. O padre Valter Rui, da Igreja de Nossa Senhora de
Fátima, resolveu entregar a hóstia no sistema “delivery”.
O ato de comungar é importante para os católicos, já que a hóstia
simboliza o corpo de Cristo. De máscara, o padre caminhou pelas ruas do
bairro, comungando em casas e condomínios.
“Muita emoção. Peço que Deus nos abençoe”, disse uma fiel.
Apesar do Domingo de Páscoa não ter sido como os católicos estão
acostumados, com fé e criatividade, a mensagem do padre Valter Rui
chegou de porta em porta, como uma carta que anuncia dias melhores.
“É um dia de glória. Talvez seja melhor para a gente. Quando tudo
voltar ao normal, nós sejamos pessoas diferentes com o próximo, com os
amigos, com a família, com todos”, disse a aposentada Núbia Dantas.
A última parada do padre contou com recepção promovida pelos fiéis
que foram ao playground de um dos condomínios, com direito a música .
Afastados uns dos outros, e com máscaras, o grupo celebrou a Páscoa
junto ao padre.
Para ele, é importante buscar alternativas para assistir os fiéis.
“Celebrar fazendo a live, pelas redes sociais, nos dá, acima de tudo,
a garantia que os nossos paroquianos e o povo de Deus está sendo
assistido, verdadeiramente, pela igreja”, disse o padre.
Segundo Bruno Miranda, integrante da igreja, se a missa ocorresse
presencialmente, a catedral poderia comportar cerca de 200 pessoas
sentadas. Com a transmissão pela internet, mais fiéis puderam acompanhar
a celebração, como conta .
“Na nossa live, na transmissão do Facebook, temos 300 pessoas em média a cada transmissão”, detalhou.
Até a manhã desta segunda-feira (13), a Bahia já havia registrado mais
de 670 casos confirmados de coronavírus, com 21 mortes em decorrência da
doença. (G1)
Cinco adolescentes estupram menor de 12 anos e filmam o crime ...
O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis. Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada. — Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo. Desd...

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