Foto ilustrativa
Cada
adulto tem a sua forma de educar mas, generalizando o caso, podemos
dividir os pais em dois grupos: os que deixam os filhos ter o seu
próprio smartphone desde cedo e os que adiam ao máximo o uso desta
ferramenta. Dos que mais se preocupam com os efeitos deste aparelho –
tanto pelos perigos que o fácil acesso à internet acarreta como pelos
efeitos da radiação emitida – muitos se uniram a favor do
movimento ‘Wait until 8th’ (Espera até ao 8º ano), criado com o intuito
de diminuir a pressão social que muitos sentem e que os leva a deixar os
seus filhos terem um smartphone porque ‘todos os colegas já o têm’. O
movimento foi criado há poucos meses e rapidamente ganhou visibilidade e
seguidores através das redes sociais.Foi criada por uma mãe de três
crianças de Austin, no Texas, que se preocupou ao ver que as crianças
possuíam os seus celulares cada vez mais cedo, havendo até casos de
colegas do seu filho mais novo que usavam iPhones ainda na
pré-escola. Ainda que o movimento tenha nascido da preocupação natural
de uma mãe, a responsável pelo movimento baseou a escolha do oitavo ano
(cerca de 13 anos de idade) na leitura de vários estudos sobre o
tema, que apontaram problemas provenientes do uso prematuro de
smartphone como cyberbullyng, dificuldades de dormir ou falta de
concentração. (Noticias ao Minuto)Cinco adolescentes estupram menor de 12 anos e filmam o crime ...
O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis. Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada. — Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo. Desd...
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